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Capítulo 6

por Dady, em 28.02.09

Boa noite, boa noite!

Esqueci-me de postar. :'x
Já tenho a bravoooo! Já meti o poster dos MCR no meu armário! xD

 

Amanhã não devo escrever alguma coisa.
Vou passar o dia com o meu M.A. *-*

 

 

                                                                                       Beijinhos!

_______________________________________________

 

 

    Acordei, levantei-me rapidamente e olhei pela janela. O tempo estava estranho. Não havia Sol como em todos os dias de Verão. Em vez disso, havia nuvens escuras que tapavam a claridade da grande estrela, fazendo o céu ficar cinzento.
    Tomei um duche rápido e liguei para Joe, mas este tinha o telemóvel desligado. Desci para o tomar o pequeno almoço e Sr.ª Cussler já tinha a mesa levantada.
    - Já comeu? – perguntei, tirando o leite do frigorifico.
    - Sim. Tenho de sair cedo para ir buscar uma pessoa. – limpou as mãos numa toalha. – Ah, Candyce, querida, já arranjei alguém para ficar contigo.
    - Não me diga que contratou uma ama!
    - Claro que não! É o filho da Emily. Aquela minha amiga, conhece?
    - Não. Nem tenho tendências de a conhecer. – tirei um copo do armário e despejei o leite para o copo.
    - Mas vais ficar aqui com o filho dela. O seu nome é Robert e tem praticamente a mesma idade que você. Tem de o tratar bem, ouviu? E…
    - Porquê? Porque tenho de o tratar bem? – interrompi.
    - Porque é uma menina educada e bem parecida.
    - E a senhora é a mulher mais querida e simpática do Mundo. – murmurei para mim, ironizando.
    - Disse alguma coisa?
    - Sim. Que vou sair. Adeus!
    - Não, não! Candyce, querida, a menina vem comigo busca-lo ao aeroporto.
    - Sou assim tão importante para si que o rapaz tem de vir de tão longe?
    - E duvida que é importante? – ofendeu-se. – Bom, mas ele vem para cá estudar, por isso é que decidi que fosse ele, senão tinha-lhe arranjado uma ama.
    - Eu recusava-me. Mas, esqueça, adeus. – peguei no meu casaco e saí batendo com a porta.
    Olhei a abóbada celeste ainda cinzenta com as nuvens tapando o Sol. Senti uma pequena gota cair e, de seguida, escorrer pela minha face. Baixei o olhar e reparei que estava alguém á minha frente.
    - Olá!
    - Bom dia. Conheço-te? – interroguei. Nunca o tinha visto na minha vida.
    - Robert, prazer. – fez-se luz na minha cabeça. – Deves ser a Candyce, não é?
    - Sim… - avançou para mim e deu-me um beijo na face direita. – A Sr.ª Cussler não ia buscar-te?
    - Dizes bem, ia. Vim num avião que partia mais cedo e decidi vir até aqui pelo meu próprio pé. – não disse nada. – Ias sair? Queres companhia?
    - Se me deres boleia, podes vir comigo.
    - Como te levo? Às minhas costas? – começou a chover bastante. – Ainda por cima com esta chuva? É melhor irmos para dentro.
    Robert era querido e protector demais. Tinha a certeza que não ia aguentar muito tempo com ele ali em casa, só nós dois. Iria chatear-me o tempo inteiro, protegendo-me de tudo. Bem, não era mau de todo. Pelo menos, tinha quem me protegesse para além de Joe. Aliás, onde estaria Joe?
    - Sim, eu volto para casa. Tenho de fazer um telefonema.
    Entrámos juntos e Sr.ª Cussler deu um salto ao ver-nos.
    - Já aqui, Robert? Eu ia buscar-te, querido.
    - Sim, eu sei Sr.ª Cussler.
    - Querido, senta-te! – apontou para o sofá e Robert fez o que Sr.ª Cussler mandara.
    Subi para o meu quarto e tentei ligar para Joe, de novo. Tocou e tocou, mas não atendeu. Ouvi a campainha tocar e olhei pela janela, era Joe. Corri pelas escadas e abri a porta, atirando-me para cima dele. Ele inspirou o meu aroma e apertou-me com mais força, rodando-me ligeiramente, parecendo um carrossel.
    - Amo-te, amo-te, amo-te – repetia vezes sem conta ao seu ouvido.
    - Eu também, Candy. – pousou-me no chão.
    - Porque não me atendes as chamadas? 
    - Desculpa, tenho o telemóvel em silêncio.
    Ele segurou a minha cintura e deu-me a outra mão, para eu a segurar. Encostei a cabeça no seu ombro e entrámos a passos curtos e vagarosos.
    - Quem é ele? – sussurrou-me Joe.
    - Filho de uma amiga da Sr.ª avestruz. Não deve ser flor que se cheire.
    - Que está a fazer aqui? – perguntou com ar desconfiado.
    - Vai ficar comigo, a tomar conta de mim, enquanto a Sr.ª avestruz vai em viagem.
    - O quê? – gemeu Joe. Sr.ª Cussler e Robert olharam-no com um ar indignado. – Ouve, toma cuidado. Não te quero longe de mim! Ainda por cima trocado por um rapazinho desses! – murmurou ao meu ouvido, muito chateado e eu ri-me.
    - Tem calma. És só meu e eu só tua. – sorri e pus-me em picos de pés para que os meus lábios tocassem nos seus.    
    Avançámos até ficarmos de frente para Sr.ª Cussler e Robert.
    - Robert, este é o Joe, o… er… meu namorado.
    - Prazer. – levantou-se e estendeu a mão para lhe dar um aperto de mão. – Prometo que cuidarei bem da tua namorada. Não vais ter queixas minhas. – sorriu e Joe estendeu-lhe a mão também, pelo que acabou num aperto de mão com olhares indesejados.
    - Vamos para o meu quarto, Joe? – convidei-o, interrompendo o mau ambiente.
    - Claro. – continuava a olhá-lo com um olhar mortífero, que era muito difícil ver Joe a fazê-lo.
    Ele era uma pessoa calma, simpática e muito querida, mas quando se tratava de alguém que ele tinha ciúmes ou não ia com a cara dele, ninguém o aturava. Sentia que aquilo tudo era para me proteger. Eu também não me sentia protegida de todo com um estranho em casa. Nunca o tinha visto, não sabia como ele era e eu já sabia como eram os filhos das amigas de Sr.ª Cussler.
    Subimos os degraus de dois em dois, para chegarmos mais rápido ao andar de cima. Joe continuava com o olhar preso em Robert, enquanto este falava descontraidamente com Sr.ª Cussler. 
    - Parece ser simpático e protector. – falei, mentindo em metade e quebrando o silêncio que se tinha gerado mal entráramos no quarto. – Acho que desta vez, Sr.ª Cussler escolheu algo certo.
    - A mim não me pareceu. – resmungou com cara de menino de 5 anos amuado.
    - Acho que vou gostar bastante de ficar com ele, aqui em casa. – a expressão de Joe alterou-se de mau humor para raiva e nojo.
    Fui até ao puff onde ele estava sentado e coloquei-me atrás dele. Envolvi os braços sobre o seu pescoço e desci até ficar com os joelhos bem assentes no chão. Beijei o seu pescoço com milhares de beijos molhados.
    - Amo-te. – sussurrei ao seu ouvido num tom provocante. Com movimentos ginásticos e estranhos, passei para o seu colo. Continuava com os braços envolvidos ao seu pescoço e continuava, também, a beijar o seu pescoço.
    Ele colocou os seus braços á volta da minha cintura e beijou-me mais intensamente. Depois, pegou nas minhas pernas e nas minhas omoplatas e pegou-me ao colo, levando-me até á cama. Atirou-se para cima de mim, beijando-me cheio de amor. Joe fez com que as suas mãos ficassem entre a minha pele e a camisola que a cobria, acariciando as minhas costas, enquanto me beijava. Meti as mãos dentro da sua t-shirt, fazendo cócegas na sua barriga. Sem pensar, tirei a sua t-shirt e ele tentava puxar a minha para cima, com tentações de a tirar. De repente, ouvi passos vindos das escadas e abri os olhos repentinamente, com medo que Sr.ª Cussler ou Robert nos apanhasse.
    - Pára, Joe. – afastei-o de mim, empurrando-o com as mãos no seu peito.
    - Que se passa? – parou, ficando a olhar-me com um ar sério. Apontei em direcção à porta que dava do meu quarto ao corredor e Joe deitou-se a meu lado, como se nada estivesse para acontecer. Passado perto de um minuto, Joe voltou à guerra com os meus lábios. – Vês? Não era ninguém.  
    - É melhor não arriscarmos! – afastei-o de mim, outra vez.
    - Candyce, eu quero… tu queres e quem não arrisca não petisca! – beijou a minha testa cuidadosamente. – Confia em mim, sim? – sorriu. O seu sorriso cativava-me e ele conseguia sempre dar a volta às minhas ideias.  
    Fiz o que ele dissera e já lançara as minhas mãos sobre a sua pele macia. Eu já me encontrava quase sem camisola e tinha os calções desabotoados. Ouvi um ranger e olhei a porta que estava aberta, onde Robert estava imóvel a olhar para nós. Apercebi-me que estava alguém atrás de Robert e calculei que fosse Sr.ª Cussler. Apressei-me a apertar os calções e a ajeitar, atirando a camisola a Joe.
    - Er… Sr.ª Cussler, onde é a casa de banho? Pode-me levar lá? – tentou Robert. Protector. Protector até da minha própria madrasta.
    - Com certeza, querido. Anda, é por ali. – Robert fechou a porta e eu bufei de alívio.
    - Vês? Ele é muito protector! Até me protege da avestruz. – abracei Joe.
    - Pois, sim. Que susto que apanhei! – beijou-me. – Agora, o que vamos fazer? Vamos dar um passeio?
    - Só se antes eu vir o Robert. Tenho de lhe agradecer ter-me safado. – ele largou-me e dirigiu-se à porta. – Pronto, vamos namorar os dois sozinhos. – corri até ele e saltei para as suas costas. Joe segurou-me nos braços e puxou-me para a sua frente. Agarrou-me e beijou-me. As nossas línguas cumprimentaram-se e começaram a namoriscar com amor e prazer. 

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publicado às 23:06

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


4 comentários

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ImmortalEcs a 28.02.2009

WEEEEE

Sinto-me realizadaaaaaa =D
Ainda bem que sou chata *o*

Estaá LINDOOOOO! =D
O Joe é ciumento =P

Beijinhoo @
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Ju a 02.03.2009

Oláááá Dady.
Bem agora estou a morrer de sono.
Por isso amanhã venho cá ler a tua one-shot e este capítulo.
Beijinhos, adoro-te «3
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aninha a 03.03.2009

n e por nd mas eu quero mais :D
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SaRaGr a 10.03.2009

ADOREIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!

ja nao comentava a mt, sorry....tenho andado ocupada...=P
ta mt giro sim mas aquele gajo podia ser menos ciumento loool

quero mais miuda ta mesmo bue fixe, eu gosto de todas as tuas fic's mas esta ta mt mt mt mt mt fixe

espero que tejas ,mt mt mt feliz ou que venhas a tar e boa sorte na tua vida de escritora

kisssssss
fika bem
:P

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