Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]


Capítulo 10

por Dady, em 03.04.09

Oláá!

Desculpem, desculpem e desculpem.

Eu avisei que não conseguia escever o capitulo 10! [ Antes do 10, até fiz o 11. ]

Está mesmo pequenino e não é nada comparado ao que eu consigo fazer. Eu sei que consigo fazer melhor. ^^

O blog vai ficar um bocadinho parado até ao acabar a Vampires Will Never Hurt you e, espero eu, o 9º capítulo da Na Guerra e No Amor. Mas vai ser rápido (acho eu.) , porque já não me sinto na obrigaçao de acabar esta fic. x}

Amanhã posto o último capítulo!

 

 

                                                           Boas Férias! Beijinhos.

_____________________________________________________

 

     Passaram-se várias semanas e estava cada vez pior. Era como se o mundo estivesse em ruínas e não houvesse nada à minha volta. Por mais que Robert estivesse comigo a ajudar-me, eu não conseguia esquece-lo. Fora pouco tempo que estivemos juntos, mas os poucos minutos eram como uma eternidade. Pouco tempo… mas muito amor.

    - Tens de o esquecer, Candyce! O Mundo não gira à volta dele. – era sempre a nossa discussão matinal.
    - O teu não, mas o meu gira. – virei-lhe as costas. – Não entendes que ele me era mesmo importante? Mais que o meu pai ou até a minha mãe… fora ele que estivera sempre ao meu alcance para tudo. Fora ele que nunca me deixara…
    - Mas deixou agora.
    - Era como o Sol para a Terra, - continuei, fingindo que não tinha ouvido o que Robert tinha dito. – os minerais para as plantas, como o fogo para os primitivos… essencial.
    - Essas memórias só te fazem mal. – impediu que a minha mente se lembrasse de algo passado. – Ele deve estar feliz e tu choras como se o teu corpo estivesse sempre a expulsar a água que o enche. Se continuas por esse caminho ainda desidratas!
    Eu sabia que ele tinha razão, aliás, tinha sempre razão em tudo, mas por vezes, eu sentia-me muito melhor no mundo da dor e das lágrimas.
    - Eu estou bem, Rob. – esbocei um sorriso forçado e virei-me para o olhar nos olhos.
    - Eu sei que não estás… e isso desilude-me. Sempre pensei que fosses forte, que superasses tudo e mais alguma coisa…
    - Desculpa… - sussurrei.
 
    As semanas passaram a meses. A dor passou a pânico. Os dias passaram a eternidades. O Sol passou a ser rodeado de nuvens negras. A pequena cidade agitada passou a ser deserta. A brisa fresca de Verão passou a vento que levantava árvores.
    Já tinha passado algum tempo e começava a perceber que não fazia sentido algum continuar naquele estado por uma pessoa que me tinha magoado e provocado tamanha dor.
    - Rob? – estávamos sentados à mesa da cozinha, sozinhos, a almoçar a pizza que tínhamos encomendado.
    - Diz, Candyce.
    - Decidi que não vou continuar assim. Vou desfrutar ao máximo da vida contigo. Contigo, porque és o meu melhor amigo.
    - Estás a falar a sério, Candyce? – acenei em sentido positivo. – Uau, até já tinha perdido as esperanças.
    - Ofendeste-me! – brinquei. Ele riu-se.
    Arrumamos a cozinha, eu arranjei-me e saímos. O céu estava muito escuro, o frio gelava qualquer um e o vento quase que me levava. O Outono estava a ser mais duro que o costume. Havia um salão de jogos ali perto, onde costumava ir quando era pequena.
    - Rob, que tal uma partida de matraquilhos? – gritei sob aquele vento horrível.
    - Vais perder, Candyce, vais perder. – ele envolveu o braço ao meu pescoço para não me perder no meio daquele nevoeiro.  
    Entrámos. Estava um calor abrasador lá dentro e tirámos os casacos. Olhei em redor e vi Mr. Cruncky, mais velho do que me lembrava, mas sempre com aqueles brilhantes olhos cinzentos. Ele veio na minha direcção com o mesmo sorriso, que tinha nos meus 10 anos.
    - Oh, Candyce! Como cresceste! – apertou-me contra o seu peito. – O teu pai? Nunca mais o vi.
    - Ainda está na viagem de trabalho. – Mr. Cruncky olhou intrigado para Robert. – Ah, este é o Robert. Um conhecido da minha madrasta, que ficou comigo enquanto ela foi viajar. – ele reproduziu um ruído.
    Por momentos, esqueci-me de todas as memórias más que tinha, a dor que sentia, esqueci-me de tudo e apenas me diverti com o Robert. Finalmente tinha percebido que Joe não era o único que me fizera feliz. Sim, ao fim de tanto tempo, sentia-me feliz. Robert era o melhor amigo que se podia ter. Iria ficar a dever-lhe tudo o que fizera por mim, até ao fim da minha vida.
    Olhei-o nos olhos e sorri.
    - Adoro-te. - murmurei.

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:10

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


3 comentários

Sem imagem de perfil

De Minah a 03.04.2009 às 20:28

LINDO+.+
como sempre...x)
isso ainda vai dar coisa com o Rob

so mais uma coisa...


'(...)que tal uma partida de matraquilhos?(...)'

uma partida? sim..para o ver..no outro lado do mundo...

parabens (;
Sem imagem de perfil

De Carla Iero a 04.04.2009 às 17:27

mesmooo lindoooo !

um novo amor ? ^^

ja li mais um capitulo mas ainda nao m esqeci d matar o Joe (666) xD

O Rob é mesmo fofo *o*

Vai Pra Lá da tua imaginação <33



Sem imagem de perfil

De aninha a 04.04.2009 às 21:25

ate ja sei o final :P mas por acaso ta bem pequenino
-.-

Comentar post



sobre mim

foto do autor