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VWNHY - Cap. 2

por Dady, em 17.06.09

BOA TARDEEEEEEEEEEEEEE!

FÉRIAS OLÉÉÉÉ, FÉRIAS OLÉÉÉ, LÁLÁLÁ XD

Podem ser férias, mas estou... triste? $:

[blog pessoal]

Okay.. a Ju é muiiiito melga, a sério! ._.

Espero que tenham gostado da fic e que apareçam novas leitoras, o que acho algum muito improvavel.

 

 


____________________________________________________________

 

 

    Estava escuro, Frank mal via onde se encontrava. Acordou sobressaltado, em cima de uma cama. Olhou em volta e logo se apercebeu que tinha voltado ao início. Talvez tivera sido apenas um sonho. Talvez Charlotte nunca o tivesse tirado dali. Talvez nunca estivera perdido no meio da floresta, esfomeado. Agora, sentia-se bem. Não estava faminto, não estava cansado. Estaria Frank no céu?
    Não posso estar no céu, não posso.
    - Calma, amigo. – pediu um homem idoso, baixinho e raquítico. – Encontrei-o na floresta e trouxe-o para aqui. – o homem olhou em redor do cubículo, onde Frank já estivera preso de si mesmo. – É um bom espaço para estar sossegado. Longe de tudo e todos, ar puro, floresta mesmo à porta.
    Frank olhou o indivíduo de alto a baixo, tentou detectar um sítio onde pudesse atacar. Não sentia aquela dor no estômago de fome, talvez já estivesse habituado, mas sentia-se esfomeado. Frank não aguentou mais e lançou-se sobre o homem, que gemeu.
    - Que pensa que está a fazer? Saia de cima de mim! – agitava os braços para espantar Frank de cima de si.
    - Devia ter pensado melhor antes de salvar um estranho… - murmurou e mordeu o braço do velho. – Mas obrigado. – riu-se num tom cínico.
    Em poucos minutos, o homem já falecera. Frank estava coberto de sangue e dirigiu-se ao rio, onde se lavou. Passou as mãos molhadas pela cara e olhou para a direita, numa expressão curiosa. Ouvira algo parecido com gemido de tristeza, choro… Andou cautelosamente, até se aproximar o suficiente para ver. Frank escondeu-se atrás de uma árvore e espreitou. Charlotte esmurrou um tronco à sua frente e gritou de dor, logo depois, da sua mão jorrou sangue. Frank fechou os olhos e sentiu o aroma do sangue de Charlotte.
    - Não. – murmurava Frank, que não se conseguia controlar. – Outra vez, não. – este esmurrou também a árvore por trás de si. Engoliu em seco. – Não… posso…
    Fechou os punhos com brutalidade e gritou. Durante todo aquele tempo, separado de toda a gente, tivera sido pior. O contacto com as pessoas ajudava os vampiros a controlarem-se nestas situações. O vampiro contraiu-se, mas sem sucesso e em poucos segundos, já estava atrás de Charlotte. Ela virou-se para Frank e ele fechou a boca e tentou não respirar.
    Charlotte olhou-o com os olhos feitos em água. O seu queixo tremia, tal como o seu olhar e o seu corpo. Agarrava o pulso de Frank como se fosse o que mais queria em todo o mundo. A expressão dele era assustadora. Ele olhava-a com tristeza e pena. Ela estava triste e ele apenas sentia vontade de morde-la e devorá-la. Frank tentou controlar-se e, desta vez, com sucesso. Agachou-se, sendo esse o efeito de a rapariga lhe puxar o pulso. Charlotte agarrou o pescoço dele, colocando a cabeça no seu peito. O vampiro sentiu o seu cheiro mais perto e cheirou o aroma que emanava do seu sangue. Frank ululava-se de dor ao seu coração, mas ele não respondia. A rapariga apertava o seu pescoço, cada vez com mais força. Ele tinha uma expressão de espanto estampada na sua face e nos seus olhos formavam-se lágrimas.
    - Er… Ca… Calm… a. – gaguejou Frank.
    - Só me apetece fugir. Fugir como tu fugiste de mim! – Charlotte, com estas palavras, provocou um sentimento de culpa em Frank.
    - Tu… não percebes. – afagou o cabelo da rapariga, caindo uma lágrima no mesmo, que Frank limpou de seguida.
    - Percebo que te quis ajudar e tu fugiste! Sem mais, nem menos, Frank! – olhou para Frank, que mordia o lábio inferior e tinha os olhos mais esbugalhados que nunca, devido à pressão do controlo. – Que tens? – questionou-o preocupada.
    Frank largou-a e levantou-se, virando-se de costas para ela, fugazmente. Charlotte limpou as suas lágrimas e levantou-se, igualmente. Colocou-se à frente de Frank e ele pousou a sua mão na cara da rapariga. O vampiro sorriu sob aquele primor incrível. O seu estômago contorcia-se perante a ansiedade, mas Frank continuava a sorrir.
    - Frank? – os olhos de Charlotte estavam carregados de preocupação. – Frank?! – gritou.
    Os olhos de Frank viam apenas a cara de Charlotte apesar de estarem enormes, como os de um gato numa noite escura. Quando ouviu a sua doce voz gritando pelo seu nome é que se apercebeu, que não se encontrava a apreciar as feições da rapariga, mas sim prestes a morder-lhe o braço, que segurava com tanta força.
    Os seus olhos abriram-se ao seu máximo, de repente. Largou o braço de Charlotte e correu, de novo, para longe dali. Ela olhou para o caminho já vazio, por onde Frank desaparecera num instante. Olhou o antebraço vermelho, devido à pressão que Frank fizera, e observou, novamente, o escuro e vazio trilho por onde Frank seguira. Ele fugira dela… outra vez.

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publicado às 19:52

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


6 comentários

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De Ju a 17.06.2009 às 20:58

TERRITÓRIO.
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De Ju a 17.06.2009 às 21:08

Eu não sou chata.
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De Ju a 17.06.2009 às 21:08

omg é tão bom estar aqui a comentar com a foto do Frank ao lado *-*
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De Ju a 17.06.2009 às 21:08

POSTA MAIS.
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De aninha a 18.06.2009 às 18:03

bem o rapaz gosta de deixar as raparigas a olhar pas moscas :D
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De saragr a 22.06.2009 às 14:35

OLHA N SEI QUE E QUE TE DEU MAS N PODES CONTINUAR A FAZER ISTO....DEIXAR UMA PESSOA A ESPERA TANTO TEMPO E DEPOIS ESCREVER UMA FIC ASSIM TAOOOOOOOO LINDAAAAAAAAA!!!!
LOOOL!!!
Adorei a Serio ta linda e valeu bem a pena a espera....
mas vela se agr postas mais, mais e mais ....
Quero maisssssssssssssssss mt mt mt maissssssssss,
tadinha de charlotte, ele foge sempre dela, deve morrer de desgosto....
e... o blog TB TA LINDOOOO!!!
mesmoBUEÉÉÉÉÉÉÉ....
BEIJOCAS,
n te esqueças quero maissssss...
txau.

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