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VWNHY - Cap. 5

por Dady, em 22.07.09

Ora mûnto bô nôte. xD

Hoje fui às compras! *histerismo*

[tinha 69 posts, tinha mesmo de postar]

Hope you like it ^^

 

                                                                                       Beijinhos.

                                                                                       Humphy*

___________________________________________

 

 

    O pai sentou-se no cadeirão, por detrás da secretária, e acendeu um charuto.
    - Franky, Franky… estás armado em pacificador? Tu, que te fartavas de cometer injustiças? Matavas pessoas inocentes?
    - Eram velhos tempos. – cruzou os braços.
    - Vês como aqueles meses na floresta te fizeram bem? Nós só o fizemos para teu bem.
    - O Gerard não estava morto? Foi o que vocês me disseram, não foi? Porque é que ele ficou aqui convosco e fui para a floresta? Podem dizer-me? – olhou para o pai e para mãe com um olhar mortífero.
    - Frank… - começou mrs. Iero.
    - Cala-te e sai daqui, mulher! – gritou. Ela baixou a cabeça com os olhos em lágrimas e saiu do escritório. – Frank, senta-te.
    - Está demasiado calmo para tudo isto. É da velhice ou tem medo de mim?
    - Mas quem é que tem medo de alguém como tu, seu santinho?
    - Não sou santinho nenhum, mas sei controlar-me. E… - levantou-se calmamente. Gerard também começava a levantar-se da sua cadeira.
    - Eu aconselhava-vos a acalmarem-se. – a sua voz grossa ecoou pelo escritório, fazendo Gerard sentar-se rapidamente.
    - Lembrou-se que é pai, agora? Que eu saiba, durante tantos anos nunca assumiu essa posição. Oh, espere, está mesmo a ficar velho.
    - FRANK IERO! Eu não admito que me digas isso!
    - Vai bater-me como me fazia quando tinha 5 anos e, sem querer, partia um vaso? Enquanto que com o menino Gee tudo era diferente… apenas apanhavam os cacos e perguntavam se estava tudo bem. – olhou mr. Iero e dirigiu-se à secretária, batendo com os punhos na superfície de madeira. – Repare… é tudo uma metáfora, mas neste caso, não há importância alguma, já no que aconteceu realmente… há muito que se diga.
    - Basta!
    - Também acho. Estás muito rebelde para o menino santinho que não faz nada de mal. – intrometeu-se Gerard.
    - Gee, filho, sai daqui. – ordenou o pai. Ele saiu, lançando um olhar irritado antes de fechar a porta. – Ou tu apagas a rapariga e esqueces tudo isto, ou eu mesmo te mato.
    - Eu não vou entrar no vosso jogo. Não vou cometer um erro só para apagar o erro do Gerard. Pelo contrário… vou proteger a Charlotte de tudo e todos. Para tocarem nela, têm de passar por mim antes.
    - Tu mudaste muito, filho… mas continuas ingénuo. Achas que tu sozinho consegues vencer-me a mim e ao teu irmão?
    - Há muito que não sabe sobre mim. – dirigiu-se à porta. – A Charlotte não tem que pagar por aquilo que o Gerard fez, por isso, tirem o cavalinho da chuva. Isto tudo começou convosco… a vossa tendência para ajudar o Gerard e deixar-me de fora, o facto de nunca terem sido bons pais, tudo. Esta guerra nunca vai acabar, garanto-lhe. – abriu a porta e virou-se para trás. – Ah, e nunca mais me chame de filho. É algo que nunca fui para si. – saiu, fechando a porta atrás de si.
    Passou por Gerard, que lhe sorriu malevolamente. Desceu as escadas e estava lá a sua mãe. Dirigiu-se a ele, abraçando-o: - Oh, filho!
    - Mãe, largue-me, por favor. – ele pediu, afastando-a. – Deixe-me ir embora.
    - Não vás! Fica aqui, com a tua família!
    - Família? Está a gozar comigo, não está? Família não faz o que vocês fazem. Família é Sr. Grant. – ela largou-o e os seus olhos desmancharam-se em lágrimas. – Adeus.
    Ele andou até à porta da frente e olhou para trás: mrs. Iero estava sentada no chão, a chorar. Ele baixou a cabeça e uma lágrima caiu. Lá fora chovia e Sr. Grant já não tratava do jardim. Frank correu pela floresta até à cidade.
    O café estava deserto. Ele subiu até ao quarto 36 e abriu a porta suavemente, tentando não fazer barulho. Charlotte dormia profundamente debaixo dos cobertores. Ele sorriu e deu-lhe um beijo na testa, deitando-se ao lado dela, de seguida.

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publicado às 23:06

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


3 comentários

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De Dreamer a 24.07.2009 às 17:22

Oláa x)
Depois do comentário que deixaste no meu blog de fics de HP nao podia deixar de dar aqui um pulinho e ver o que tinhas por aqui ^^

Estou a gostar do pouco que li até agora, por isso podes continuar a postar, porque eu vou estar cá para ler xD

Em relação ao teu pedido do meu e-mail, nao terei qualquer problema em dar-to! Vou escrevê-lo num comentário que farei em seguida, e que agradecia que apagásses assim que o adicionasses, para o meu e-mail não ficar aí à vista de toda a gente xD

Fiquei com curiosidade em conhecer-te x) E obrigada pelos elogio que deixas-te no teu comentário ^^

Loads of Kisses to You!
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De aninha a 27.07.2009 às 23:38

"Para tocarem nela, têm de passar por mim antes."
brutall :D
"Ele sorriu e deu-lhe um beijo na testa, deitando-se ao lado dela, de seguida."
o que querido :D:D

ta fixe e dia 2 de agosto vais tornar a postar :D:D
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De Mudei-me. Tchauzinho. a 13.09.2009 às 16:52

Olá.
Tão querido :$ Ele quer mesmo protege-la acima de tudo *.*
Beijinhs*

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