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VWNHY - Cap. 6

por Dady, em 04.08.09

Oláá.

Tenho boas notícias:

- Estou a avançar com a Na Guerra e no amor.

- A Vampires Will Never Hurt You está a ir muiiito bem mesmo.

E tenho duas más:

- Quando acabar estas fic's, não tenho mais ideias pra nada.

- Não consigo acabar a one-shot Diary of Jane.

 

                                                                                Beijinhos.

                                                                               Jensen Ross Ackles $:

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    - Bom dia. – disse Charlotte ao ver Frank levantar-se. Os olhos deste estavam de um tom avermelhado e ele sentia-se mal disposto.
    - Bom dia, Charlotte. – dirigiu-se à casa de banho e debruçou-se sobre o lavatório. Lavou a cara duas vezes, mas o enjoo e a cor dos olhos não desaparecia. Charlotte bateu à porta. Ele abriu-a devagar, fazendo-a ranger, e deparou-se com os olhos brilhantes da rapariga, que o encantavam desde o primeiro dia.
    - Está tudo bem?
    - Sim, está. Não te preocupes. – ele saiu do quarto e entrou na floresta.
    Um veado bebia água no lago. Frank concentrou-se e atacou o veado. O animal ainda reagiu, deu luta e tentou fugir, mas Frank era forte e não lhe deu hipótese.
    - Isto não sabe nada bem. – murmurou para si, lavando-se no lago.
    Voltou para junto de Charlotte.
    - Onde te meteste, Frank?
    - Err.. fui tratar de uns assuntos, nada de importante. – ele colocou-se ao lado dela, olhando através da janela.
    - Estive a pensar… quero ir para casa. Afinal, o pesadelo já acabou, não é? – Frank olhou o seu sorriso de criança.
    - Charlotte… o pesadelo… - ela olhou-o com os seus olhos doces. Ele engoliu em seco e acariciou a sua face com a mão direita. – já acabou. – sorriu levemente.
    Ela enterrou a sua cabeça no peito de Frank e agarrou a cintura deste com força. Ele beijou a sua cabeça e acariciou o cabelo.
    - Eu acho melhor ir só eu a tua casa. Trago-te roupa, livros… coisas que precisares.
    - Porquê? – ela olhou o pescoço de Frank.
    - Porque… o pesadelo pode voltar e eu não quero isso. – Frank agia como se falasse com uma criança de 6 anos. 
    - Oh, está bem… - ela deu-lhe um beijinho no canto do lábio. – Mas despacha-te. Estou farta de ficar sozinha. – Frank ficou completamente chocado.
    - Estou aqui num abrir e fechar de olhos. – disse rapidamente e saiu do quarto.
    Fechou a porta e encostou-se a ela, dramaticamente.
    Oh, meu Deus. Aquele beijo…
    Abriu a porta e olhou Charlotte com um sorrisinho parvo.
    - Charlotte, onde é a tua casa? – ela riu-se e vestiu o casaco.
    - Eu levo-te lá. Deixa-me ir, por favor.
    - Oh, não me faças esses olhinhos… eu levo-te, mas quem entra sou eu. – envolveu o pescoço da rapariga com o braço e trancou a porta do quarto.
    Apanharam um táxi até uma pequena aldeia.
    - Moras numa… aldeia? – ela acenou com a cabeça. – Então, o que fazes na floresta e na cidade?
    - Lá não me sinto sozinha. – abriu o pequeno portão de ferro enferrujado e sorriu docemente para Frank. – Entras?
    Ele atravessou o jardim de cimento e com canteiros mal arranjados. Entrou dentro de casa e deparou-se com os pais de Charlotte, no chão da cozinha. Aquele cheiro a sangue possuía-o. Frank olhou pela janela e observou Charlotte, que brincava com os cabelos. Rapidamente, levou os corpos até algo parecido com uma arrecadação e tapou-os. Lavou o chão cheio de sangue e, finalmente, subiu as escadas de madeira até ao quarto da rapariga. Sentou-se na sua cama e apreciou o pequeníssimo quarto. Havia uma moldura com a fotografia dela; Frank guardou-a dentro do seu casaco. Abriu o roupeiro e tirou algumas roupas, colocando-as numa mochila. Depositou nesta outras pequenas coisas e desceu para a cozinha, outra vez. Retirou comida do frigorífico e arrumou as cadeiras, que estavam deitadas.
    - Frank… - Charlotte estava à porta da cozinha. – Demoraste tanto tempo.
    - Que estás aqui a fazer? Vai-te embora, Charlotte, por favor. – o coração de Frank começou a bater rapidamente.  
    - Porquê? Os meus pais nem estão em casa, devem estar a trabalhar ou assim. – sorriu-lhe e agarrou a sua mão. – Vamos?
    - Os teus pais? Oh... sim. – respirou fundo. 
    Desta vez, foram a pé até à cidade. Charlotte falava alegremente, como se nada se tivesse passado, como se os pais estivessem vivos, como se tivesse acreditado em Frank, quando ele dissera que era tudo um pesadelo e agora… tivera acabado. Frank continuava sem lhe dizer nada, enganando-a e mentindo-lhe sempre que possível. O seu plano era Charlotte nunca saber, para não sofrer.

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publicado às 19:26

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


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