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VWNHY - Cap. 8

por Dady, em 13.08.09

Hi honeys!

Hoje está um calor que nem se pode. Devia ser crime.

Não, não é a telepatia que denuncia o Frank. É ele que conta à Charlotte, mas leiam.

Ahhh, a Filipa acabou de me dizer que o Joe vai entrar no Valentine's Day, tal como o Taylor Lautner *----*

Eu. Estou. Delirante. xD

Mas os filmes do dia dos namorados são só com gajos bons? xD
Tipo, My Bloody Valentine. xD

 

                                                                                              Beijinhos.

                                                                                         Oh my Joe Jonas *--*

________________________________________

 

 

    O silêncio que se gerou entre eles era realmente constrangedor. Frank levantou-se e atirou uma nota de 10€ para cima da mesa.
    - Depois fica com o troco. – virou costas e dirigiu-se à porta do café.
    - Frank! – ela gritou e correu até ele. Toda a gente naquela sala pousou os olhos nos dois. – Não te vás embora. Eu quero que me contes tudo, Frank, tudo. Tu sabes tudo sobre mim e eu não sei nada sobre ti. Não sei quem és, o que fazes, o que estavas a fazer ali dentro quando eu te encontrei. – sussurrou ao ouvido dele, agarrando-lhe o braço.
    Ele não respondeu. Agarrou na mão da rapariga, virou-se para ela e olhou-a nos olhos: - Tu vais ficar assustada, Charlotte.
    - Não me interessa.
    Frank fez um olhar mortífero para toda a gente que os olhava e subiu as escadas, para entrar no 36. Sentou-a na cama e andou de um lado para o outro, à sua frente.
    - Vais ficar assim o dia todo até criares um buraco ou vais decidir contar-me? – ela olhava-o de um lado para o outro.
    - O que queres saber? – ele parou em frente da rapariga, tentando não a olhar, por isso resolveu apreciar os cortinados que tapavam a pequena janela.
    - O que fazias na floresta trancado no cubículo? – Frank engoliu em seco e ficou sem respiração. Aquelas memórias…
    “Frank tinha os olhos tapados, sentia-se zonzo e era arrastado por duas pessoas. Ouvia a voz do seu pai a falar com alguém:
     - Mas onde é que tu viste isso? É muito longe daqui? É que o miúdo não é assim tão leve como eu pensei. – ouviu a sua respiração ofegante.
     - É já a seguir àquela árvore, aguente mais um pouco. – Frank conhecia aquela voz grossa e rouca, era… era… quem era?
     Passado alguns minutos, empurraram-no para o chão, fecharam a porta e destaparam-lhe os olhos e desataram a corda que prendia as suas mãos. O seu pai e…”
    - Quem era ele? - sussurrou, sem se aperceber que Charlotte continuava à espera da sua resposta, olhando para ele.
    - Frank?
    - Desculpa. Err… um dia estava a passear pela floresta, entrei lá dentro e alguém me fechou a porta. – disse atrapalhadamente com a voz rouca.
    - Não é isso que a tua mente mostra. – reclamou orgulhosamente.
    - Hey, não me entres na cabeça! Ai, sai já daqui! – gritou, pressionando as mãos contra a cabeça e fechando os olhos com força.
    Ela riu-se e levantou-se. Pousou as mãos nos ombros de Frank, dirigindo os lábios ao seu ouvido: Tem calma. Já acabou.
    Ele parou imediatamente e empurrou-a para cima da cama.
    - Os meus pais… err… enfiaram-me lá. – olhou o chão.
    - Porquê? Nenhum pai era capaz de fazer isso.
    - O meu é capaz disso e de muito mais. Até matar-me, por tu saberes o que não deves. – Frank abriu muito os olhos, esmagou os dedos contra as palmas das suas mãos e engoliu em seco.
    - O que é que eu sei? – ela estava atónita a olhar para ele, no entanto, ele não se conseguia mexer. – O que é que é tão importante que eu não posso saber, ao ponto de o teu próprio pai te querer matar?
    - Charlotte, promete-me que não te assustas, que não contas a ninguém, que não me bates e que não te afastas de mim.
    - Porquê? É assim tão grave? – gozou, carregando imenso na palavra “tão”.
    - Apenas promete-me. – ela abriu a boca, mas Frank interrompeu-a antes de ela poder lançar qualquer som. – Uma promessa com sentido de cumprir.
    A rapariga fechou a boca, olhou o chão e respirou fundo.
    - Está prometido. Tens a minha palavra. – ela sorriu preocupada, elevando o olhar para ele.
    - Eu sou… err… um… ser humano diferente de ti.
    - Toda a gente é diferente à sua maneira. Era só isso que era o teu segredo?
    - Eu sou um vampiro, Charlotte. – disse rapidamente. – Quem matou os teus pais foi o meu irmão. É por isso que te querem matar, mas eu estou a proteger-te a todo o custo. Charlotte, desculpa. – engoliu em seco, vendo-a com uma expressão de horror e espanto.

 

 

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publicado às 21:27

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


6 comentários

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De aninha a 13.08.2009 às 23:21

uau :|
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De Katerina K. a 18.08.2009 às 18:25

Isto já nem é uma fic. É um livro! :|

Beijinhos flautísticos,
Joana F.
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De Annä Këlly a 19.08.2009 às 13:46

Olá
Queria pedir a tua opinião em relação há minha fanfic, porque é a 1ª vezes que estou a escrever uma fic sobre vampiros. E gostava de saber mais opiniões.
Achas que podes deixar a tua opinião aqui?
http://a_minha_fantasia.blogs.sapo.pt/
Obrigada, desculpa o incómodo. :S
Beijinhos doces.
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De Annä Këlly a 19.08.2009 às 15:33

Quando não andar com preguiça, vou ler a tua fic *-* Sim Dady?
Olha, já postei o cap. 4. Se quisseres ler ^^
Beijinhos
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De Lu a 21.08.2009 às 20:36

O Frank é corajoso.
A Charlotte não vai fugir dele pois não?
Quero mais
Beijinho's
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De Mudei-me. Tchauzinho. a 13.09.2009 às 17:02

Olá.
Amei este capitulo (L)
Vou ler o proximo porque quero saber a reaçao dela :3
Beijinhs*

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