Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]


VWNHY - Cap. 9

por Dady, em 23.08.09

Oláá!

Desculpem, não tenho escrito nada da fic...

Estou a trabalhar noutro projecto: uma fic parecida com o anime Death Note.

Eu sei que 90% de vocês não conhecem, por isso não sei se a deva postar.

Dêem opinião, sim? $:

Bem, agora vou ver se escrevo alguma coisa da fic.

 

Beijinhos.

________________________________________________________

 

 

    Charlotte afastou-se rapidamente e pegou numa tesoura, ameaçando-o.
    - Estás a mentir, não estás? Diz-me que estás a mentir! – gritou.
    - Tu prometeste que não te assustavas e que não me batias. Estás a quebrar isso tudo. – afirmou calmo, tentando aproximar-se da rapariga, mas ela afastava-se ainda mais.
    - Eu não sabia o que me ias contar. As pessoas prometem coisas que não sabem se conseguem cumprir.
    - Tu deste-me a tua palavra. – Frank viu que não adiantava de nada. – Eu não te vou fazer mal. Aliás, por muito deliciosa que sejas, eu estou aqui para te proteger e não para te magoar, entende isso! – ela encostou-se à parede e deixou-se escorregar, largando a tesoura. – Charlotte, se eu não te proteger, a minha família mata-te. Não queres isso, pois não?
    - Não. – disse a medo. – Mas tu és… um comedor de pessoas. Tu podes querer comer-me a qualquer momento.
    Frank riu-se: - Comedor de pessoas, ahah. Charlotte, eu só lhes sugo o sangue, tipo sanguessuga… e não, eu não te vou matar; eu controlo-me imenso contigo. – sorriu meio orgulhoso.
    Ele baixou-se para a levantar e sentou-a na cama, olhando-a nos olhos. Ela tirou a sua expressão de medo e abraçou-o.
    - És o melhor vampiro de sempre! Não és nada como os dos filmes. – esmagou-o como se fosse uma criança com um brinquedo novo.
    - Os filmes fazem dos vampiros uns criminosos e incontroláveis que matam tudo à sua frente. Os vampiros não são assim. – olhou pela janela e levantou-se rapidamente.
    Aquele era… o rapaz das memórias, em cima do telhado. O… como é que ele se chamava?
    Mas quem é aquele?!
    “Família, este é o Christopher! – apresentou-o uma rapariga de cabelo comprido e liso de olhos claros e lábios grossos.
     - Frank, prazer. – Frank apertou-lhe a mão. – Cassandra, novo namorado?”
    Frank voltou das suas memórias e olhou de novo para o telhado da casa azul clara com um grande jardim: Christopher já não estava lá.
    - Frank? Frank, estás bem? – ela seguiu-lhe o olhar. – Para onde estás a olhar?
    - Nada, nada… Cassandra… - comentou para si. – Eu lembro-me da Cassandra… Claro! Cassandra, a minha irmã mais nova! – gritou quase sem fôlego.
    - Mas afinal, quantos irmãos tens tu?
    - Muitos, tanto quanto me lembro. Mas só o Gerard está vivo, pelo que sei. – ele dirigiu-se até ao espelho e viu a imagem de Charlotte nele. – Se o Christopher está vivo e… aqui… o meu pai deve ter-lhe pedido para me vigiar. Cassandra… onde estás tu? – suspirou olhando o céu azul cheio de nuvens.
    Ela correu para as janelas e fechou-as, visto que começara a chover. Frank continuava com o olhar preso no céu, sem se aperceber que Charlotte lhe agarrara a cintura.
    - Frank, esse tal Christopher também vampiro? Também me quer matar?
    - Infelizmente, não sei. É isso que tenho de ir descobrir. – ele virou-se para ela, rodando nos braços da rapariga e beijou-lhe a testa. – Eu já volto, não saias daqui.
    - Espera! Se ele sabe onde tu estás e me viu… se tu sais, ele ataca-me, certo?
    - Pois, tens razão. Vem comigo, então. – agarrou na mão dela e puxou-a até à porta. – Mas Charlotte, eu tenho sede… eu preciso de sangue.
    - Não há problema. Eu posso surripiar alguns saquinhos do centro de saúde. Fazia voluntariado lá, não vão desconfiar. – acrescento vendo a cara de Frank.
    - Errr… obrigado. Mas… sou vampiro, dá-me mais prazer beber sangue fresquinho; sugá-lo, entendes? – corou nervosamente.
    - Ainda não experimentaste assim… anda!
    Ela puxou-o até ao centro de saúde e entraram os dois. Subiram dois andares e entraram numa porta à direita. A rapariga cumprimentou uns médicos, enfermeiros e até pacientes, a caminho da sala. Olharam em redor, abriram a porta sem fazer barulho e Charlotte entrou, depois de verificar que não estava ninguém. Frank ficou à porta, a vigiar. Ela saiu da sala poucos minutos depois. Frank olhou para o saco que ela trazia: dezenas de saquinhos cheios de sangue.
    - Oh-meu-Deus. És doida, Charlotte?! Eles não vão sentir falta de tudo isso?    
    - Não. Eles têm milhares disto. Vá, anda. – puxou-o para fora do centro de saúde.
    - Dá cá. – tirou-lhe o saco, agarrou no braço dela e correu velozmente até à floresta, sem ninguém dar por nada: aquela aldeia era muito pouco habitada.
    Frank escondeu-se atrás de uma árvore para Charlotte não ver a sua agressividade a beber o sangue. A rapariga soltou um gemido agudo, mas ele não ouviu; só após o segundo gemido, ele virou-se com as mãos e lábios cheios de sangue.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:54

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


3 comentários

Sem imagem de perfil

De aninha a 24.08.2009 às 20:19

nao conheço essa anime mas mete na mesma a fic :D:D

a charlotte gemeu por causa de 1 vampiro?O.o
Sem imagem de perfil

De Annä Këlly a 26.08.2009 às 00:26

Ok, manda.
Eu apago, logo que vejo. ^^
Ou então adiciona-me em : kelly_trumper@hotmail.com
beijinhoos <3
Sem imagem de perfil

De Mudei-me. Tchauzinho. a 13.09.2009 às 17:07

Olá.
Eu conheço e bem a anime *.*
Não sei se viste mas mencionei num dos posts do meu blog que era viciada em animes :b
Posta a tal fic *.*
O capitulo está lindo como sempre =D
Beijinhs*

Comentar post



sobre mim

foto do autor