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Amor de Perdição .:. 18

por Dady, em 20.11.08

Nem acredito que este é já o ultimo capitulo. Agora é que estava interessante de escrever! xDD

Estou viciadissima na My Heart - Tony Oller.

Sei quase toda de cor já ! *-*

 

Algo desinteressante: Mostrei um bocadinho do capitulo á Carla e ela disse : Agora tenho é pena do Joe!

Eu: Nao tenhas. Ele comigo fica em boas maos! xD

 

Bom.. Eu preciso da vossa ajuda. Queria pedir-vos que dessem a vossa opinião sobre qual fic' irei escrever a seguir, num comentario. :'x

Eu estava a pensar na " Na Guerra e No Amor". Mas eu só escrevo aquilo que voces quiserem. x)

 

Vou ficar um tempo sem escrever... pois isto de ser estudante e escritora dá mesmo imenso trabalho! Mas vou continuando a escrever, o problema é que nao posto.

Beijinhos, amores :'D

 

PS: O que está a negrito e itálico é a consciencia da Sora. ( mesmo á desenho animado .'x)

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Olhava em redor enquanto deslizava por cima daquele longo tapete. Por vezes, sorria para o Jason e ele retribuía. Em pequenos segundos, revivia toda a minha história com eles. Desde a primeira vez até hoje; em pouco tempo, uma amizade tão forte tinha nascido e um amor igualmente perfeito.

 Quem não daria tudo para estar no meu lugar? Destino ou sorte? Seja o que for, eu não abdicaria disto por nada.
Uma pequena mas grossa lágrima caiu na minha face. Olhei para o céu, estava uma linda abobada azul clara com um Sol radiante. Mais lágrimas caíram.
Joe, sorrindo e bastante emocionado, pegou na minha mão e ajudou-me a subir para o banco de baloiço. Sorri e olhei para ele.
Inclinou a sua boca até ao meu ouvido e suspirou um seguro e preciso “Amo-te”. Sorri mais uma vez, corando.
 
Padre: Podemos começar?
Joe: Claro.
 
Olhei para o Nick. Tinha um sorriso bastante forçado e grandes lágrimas que se formavam nos seus olhos. O padre começou a citar o Ame.
Sem me aperceber lágrimas brotavam, brutalmente, do meu olhar. Não consegui continuar.
 
Sora: Desculpa!
 
Saltei do banco de baloiço, descalcei os leves sapatos de cristal e corri pelo grande tapete. Várias lágrimas voavam devido á velocidade com que corria.
 
Joe: Sora!
 
Olhei para trás enquanto continuava a correr. Engoli em seco.
 
Sora: Desculpa, Joe! Desculpa-me!
 
Gritei o mais alto que pude. Ouvia toda a gente murmurar coisas como “ O que se passou?” ou “Onde é que ela vai?”.
Subi até ao quarto onde me arranjara. Atirei-me para cima da cama e comecei a chorar.
A porta rangeu. Não por ser velha, mas por ser aberta demasiado devagar.
 
Kevin: Sora, posso?
 
Não respondi, uma vez que não tive forças para faze-lo.
 
Kevin: Acho que sei o que se passou.
Sora: Boa, já não preciso de explicar.
 
Disse, sarcasticamente, com voz roca.
 
Kevin: Eu não te fiz mal nenhum, sim?
Sora: Desculpa.
Kevin: Sora, se gostas do Nick porque aceitaste casar com o Joe?
Sora: Kev… percebe uma coisa…
 
Levantei-me, sentando-me, de seguida, ao lado do Kevin.
 
Sora: Eu…eu não sei o que sinto neste momento!
Kevin: Pois. Mas não devias ter aceitado casar com o meu irmão gostando de outro meu irmao. Wow, que confusão!
Sora: Sim, tens razão. Mas não podes deixar o sermão para outra altura?
Kevin: Posso, desculpa.
 
Seguiu-se um longo momento de silêncio, que foi quebrado por mim.
 
Sora: Kev, podes ir chamar o Joe?
Kevin: Claro, mas… não desistas.
 
Levantou-se e sorriu. Saiu, fechando a porta atrás de si.
Tentei recompor-me antes do Joe chegar. Mas já era tarde, parecia que ele tinha vindo de jacto.
 
Joe: Sora, amor, que se passou?!
Sora: Não me pressiones! Olha que volto já atrás.
Joe: Calma!
Sora: Eu tenho de te pedir desculpa. Eu aceitei casar contigo, mas, sinceramente, estou bastante baralhada sobre quem gosto ou não. Os meus sentimentos estão trocados, desorientados, Joe. Desculpa-me…
Joe: Então… isso quer dizer que… que tu não gostas de mim.
Sora: Nada disso! Eu gosto de ti… mas ao mesmo tempo sinto algo por outra pessoa.
Joe: Quem é essa pessoa? O Nick, não é?
Sora: Como sabias?
Joe: Eu já sabia! O querido do meu irmão tem o prazer de me ficar com as raparigas todas! Que ele tem que eu não tenho?
Sora: Nada. És excelente, Joe. E eu gosto mesmo de ti. Foram contigo que eu passei os meus melhores momentos, realizei o meu sonho e agora ia casar. Mas não me sinto bem casar contigo estando confusa como estou, isto porque te adoro!
Joe: Se me adorasses tanto como dizes, não estarias confusa e casarias comigo.
Sora: Não sejas assim e tenta compreender-me!
Joe: E compreendo. Mas se me compreendesses a mim também, era óptimo!
Sora: Desculpa, ter-te estragado este dia…
Joe: Não tem mal, Sora. O importante é a tua opinião, apesar de me magoar.
Sora: Podemos, ao menos, ser amigos?
Joe: Claro! Mas gozas ou quê ?
 
Rimo-nos e logo a seguir abraçámo-nos. Desci e pedi desculpa a todos. Olhei em volta á procura do Nick, estava em frente do lago do seu jardim com um ar pensativo.
 
Sora: Trato dele mais logo.
 
Sorri e dirigi-me para o quarto, para mudar de roupa.
 
Kevin: Sora.
Sora: Que susto, Kev!
Kevin: Ups, desculpa. Não achas melhor ires falar com o Nick?
Sora: Agora, agora?
Kevin: Neste preciso momento.
Sora: Mas..
Kevin: Disseste alguma coisa? Pensava que já estavas fora deste quarto!
Sora: Sempre o mesmo Kevin. –‘
 
Sorrimos num sorriso em forma de riso.
 
No jardim, avancei em direcção ao Nick.
 
Sora: Não, não consigo.
 
Voltei-me em sentido contrário e dei um passo.
 
Mas tens de ir.
Mas eu não consigo!
Tens de ir, o Nick é teu amigo.
Pode ser meu amigo, mas eu não consigo!
 
Nick: Sora?
 
Petrifiquei.
 
Nick: Sora, és tu ?
 
Soltei uma gargalhada nervosa e desnecessária.
 
Sora: Nick… olá.
 
Virei-me para ele com um enorme sorriso estampado na minha cara.
 
Nick: Que se passa para teres esse sorriso estúpido ?
Sora: Sorriso estúpido? O quê? Ah, pois… ham.. nada!
 
Desvaneci o sorriso que tinha.
 
Sora: Ouve, Nick.
Nick: Não preciso de ouvir nada. Achei muito mal teres deixado o Joe pendurado só por me veres triste!
Sora: Saíste-me cá um convencido!
Nick: Não foi?
Sora: Não. Nick, eu gos…
Mãe: Sora, minha filha!
Sora: Oh meu Deus! Mãe… olá.
 
Tentei sorrir perante aquele momento, mas não consegui. Só mesmo a minha mãe para estragar aquele precioso momento.
 
Mãe: Já casaste? Não acredito, cheguei tarde demais !
Sora: Não, mãe. Não cheguei a casar.
Mãe: Então, porque?
Sora: Isso agora…
Mãe: Conta-me, vá.
Sora: Agora não, mãe. Mais logo, está bem? Mais logo…
Mãe: Oh, então vou cumprimentar o noivo e a família!
Sora: Vá, mãe, vá.
 
Ela foi-se embora e virei-me para acabar a conversa com o Nick. Mas… Nick em lado nenhum. Suspirei de tristeza e passeei pelas margens do pequeno lago.
Mais uma vez, numa margem do rio, lá estava Nick a observar atentamente os minúsculos peixes que por ali nadavam.
 
Sora: Nick, podemos acabar?
Nick: Se ninguém nos interromper desta vez.
 
Avancei até ele e beijei-o, sem qualquer sinal ou palavra. Os nossos lábios tocaram-se e rapidamente já as nossas línguas se mimavam. As minhas mãos envoltas no seu pescoço e os seus braços apertando-me a cintura. Era ele. Era ele quem eu amava, verdadeiramente.
Soltámo-nos depois de longos segundos.
 
Nick: Que foi isto?
Sora: Agora sim, eu sei. És tu, Nicholas Jonas, o meu verdadeiro amor.
 
Nick e eu abraçámo-nos e dançámos uma dança estranha por aquele jardim. Perto de um arbusto, vi Joe olhando-nos e sorrindo, depois de me piscar um olho.

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publicado às 16:43

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


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