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Just a Little Relief

por Dady, em 12.12.08

Olá. Desculpem interromper a fic com uma one-shot, mas eu sinto necessidade de fazer isto.

É um desabafo meu em forma de one-shot. Porque hoje estou péssima! E vocês irao saber porquê se lerem a one-shot.

Os nomes não são os reais. Mas a história... mesmo verdade.

Mais uma vez, desculpem. Prometo que postarei em breve! <'3

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        Hoje, aparentava ser um dia como todos os outros para mim; mas não. Sentia um vazio, uma solidão enorme.

        Sabia do que se tratava: estar sem Robert a meu lado era muito doloroso.

        Robert era uma espécie de namorado virtual. Virtual, mas não perigoso - nem toda a gente na internet é perigosa! Virtual... mas amo-o muito e de verdade.

        Amá-lo e não poder olhar nos seus lindos olhos, poder sentir o calor do seu corpo, poder tocar nos seus lábios... é bastante mau.

        Sonhava, todos os dias, com o nosso encontro, com o nosso corpo colado por beijos doces e carinhosos.

        Nenhum dia o tinha a meu lado, todos os dias sofria por isso, mas hoje... sentia um sofrimento diferente. Dor, vazio, solidão... Uma espécie de junção de todas estas palavras.

        Não era dificil entender o que se passava comigo, mas ninguém percebeu a minha dor.

        Tinha uma expressão deprimente e apenas Susan compreendera que não estava nada bem.Puxou-me para o relvado e insistiu que lhe contasse o que se passava.

        Os meus olhos ficaram turvos das lágrimas que queriam sair. Abracei-a, ainda com lágrimas e contei-lhe o que se passara.

        "Não", pensei. Não podia continuar com  aquela dor para sempre. Não aguentaria estar assim, sem Rob por perto.

         Passei todo o dia a mandar-lhe mensagens para o telemovél, mas nao me respondia. Cheguei á conclusão que Rob não tinha dinheiro. Tudo estava mal na minha vida: Robert não tinha maneira de comunicar comigo, sentia aquela solidão incuravél e um enorme e doloroso vazio dentro de mim.

        Continuei assim o dia todo e toda a gente me perguntava o que se passava, apenas respondia "Nada, está tudo bem." Mas não era verdade.

        "Claudia! Claudia!" chamou-me um amigo que veio a correr até mim. " Tudo bem?" perguntou-me.

        "Sim, tudo" menti mais uma vez.

        Cheguei a casa e liguei para Robert.

        " Olá" disse cuidadosamente.

        " Olá, amor." saudou-me também.

        Não quis dizer mais nada. Não queria alastrar a dor e o sofrimento todo até aquele momento. Disse um sentido "Amo-te" e desliguei.

        Ele era, certamente, a razão por que eu vivia. A sua voz, o seu olhar, as suas palavras... tudo dele me fazia sorrir... ou chorar.

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publicado às 17:37

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


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