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VWNHY - Cap. 7

por Dady, em 09.08.09

Boa noite. ^^

Parabéns ao blog!

O blog fez 1 ano no dia 6; vamos festejar! xD

Por causa disso, eu devia fazer um post duplo...

mas eu sou , por isso esqueçam x'D

Espero que as vossas férias estejam a ser melhores que as minhas.

Da minha Dreamer porque ela é a minha gajinha da cama das novelas e do decote grande!, e porque eu gosto muito dela xD

 

                                                                                       Beijinhos!

                                                                                      Anthony Oller $:

                                                                                     Fim-de-semana ;$

_________________________________________

 

 

     Parece um anjinho quando está a dormir. É tão querido!
    Frank levantou-se e abriu os olhos.
    - Não estava a dormir, Charlotte. – dirigiu-se à casa de banho.
    - O quê? – Charlotte levantou-se intrigada. – Eu não disse nada.
    - Eu ouvi a tua voz dizer “Parece um anjinho quando está a dormir.” Blá, blá, blá… - bocejou de cansaço, calmamente.
    - Como é que ouviste isso? Eu estava apenas… a dizê-lo para mim, a pensar nisso. – ela não conseguia perceber como é que Frank a tinha ouvido e o pânico que sentia era totalmente constrangedor.
    - Oh, isso é mentira. Estás a querer pôr-me louco, só pode. – ele fechou a porta e lavou a cara.
    - Eu juro que não disse nada em voz alta. Juro, Frank! – ele abriu a porta e olharam-se alarmados.
    - Então... como é que te ouvi?
    - Não me perguntes a mim! Sei tanto quanto tu! – Charlotte olhava para Frank como um boi para um palácio; Frank olhava para Charlotte, pensando em algo. – Charlotte… - ele agarrou nos braços da rapariga e olhou-a nos olhos. – Diz-me no que estou a pensar.
    - Chocolates.
    - Não é altura para pensares em chocolates, Charlotte. Vá lá! – franziu a testa e pressionou o olhar na íris de Charlotte.
    - És tu que estás a pensar em chocolates. – bufou e fez uma expressão aborrecida.
    - Pois, senti o cheiro deles há pouco. – largou-a e pegou na carteira dela. – Vamos comer? Deves ter fome.
    - Frank… eu acho que isto é telepatia. Eu já li sobre isso. Só pode ser telepatia! – a rapariga levantou-se com os olhos muitos abertos e agitou Frank.
    - Tem calma. Mas… podes explicar-me: porquê connosco? – eles estavam perplexos olhando um para o outro. Era algo estranho, sem resposta.
    - Não sei. – a confusão apoderava-se das suas mentes.
    Frank puxou Charlotte para o café e sentaram-se numa mesa longe de todos, para poderem falar. O senhor de idade que tomava conta do café foi ter com eles.
    - O que desejam?
    - Um sumo de laranja e uma tosta mista. – pediu Charlotte, sorrindo.
    - E o senhor? – virou-se para Frank. Charlotte olhou Frank igualmente.
    - Um batido de morango e uma fatia daquele bolo de laranja, para ele. – Frank olhou-a aborrecido e espantado ao mesmo tempo. O homem não se apercebeu e apressou-se a ir buscar os pedidos.
    - Charlotte! Estás doida? Eu é que tenho de fazer o meu pedido. Eu nem tenho fome. Eu só estava a pensar no que tinha visto naquela mesa. – apontou para uma mesa onde estavam 2 mulheres de meia idade. – Enfim… nunca mais voltes a fazer isso em frente das pessoas! - sussurrou enervado, com o peito sobre a mesa e a cara perto da face de Charlotte.
    - Desculpa, não resisti. Acho isto bastante engraçado, por acaso. – esboçou um sorriso desnecessário de orelha a orelha.
    O homem voltou com tudo o que tinham pedido e desejou uma boa refeição.
    - És tu que vais comer por nós os dois? – inquiriu Frank a ver Charlotte comer com uma ansiedade indescritível.
    - Guardas a tua comidinha e levas para o quarto, para quando tiveres fome. – disse de boca cheia.
    - Estás a ironizar. – reclamou calmamente.
    - Claro! Tu vais comer isso tenhas fome ou não tenhas. – continuou a comer.
    - Porque é que imaginei que ias dizer isso? – bufou.
    - É a telepatia, Frank, habitua-te. – disse, limpando os cantos dos lábios.
    - É um bocado incómodo. Vamos ter sempre esta sensação de déjà-vú?
    - Hum, acho que sim. – continuou concentrava na comida.
    - E se eu tiver coisas que não quero que vejas? E se tu descobrires coisas sobre mim que eu não quero? – perguntou alarmado.
    - Tens segredos para mim, Frank? – ela parou de comer e olhou-o muito séria.
    - Não, é claro que não…
    - É óbvio que tens. Eu não sou burra, para estares a dizer isso é porque tens segredos, segredos importantes. – olharam-se nos olhos e Frank baixou o rosto. – Conta-mos.

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publicado às 22:46

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


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