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VWNHY - Cap. 12

por Dady, em 19.09.09

Boa noite.

Ahm, ainda não acabei a fic por duas razões:

1ª- Não me apetece.
2ª- Estou... hum... doente. Não, não tenho gripe A, só uma pequena inflamação na garganta por me armar em superwoman.

Digamos que este é... o penúltimo capítulo.

C.J.Thomason! $:

                                                                                                              Peace and kiss,

                                                                                                                            Dady ;)

________________________________________________________

 

 

    - Frank, estás a preocupar-me. É outra vez os vampiros? – ele olhava o chão enquanto Charlotte levava as mãos à cabeça.
    - Tem calma. Não é nada de perigoso comparado com eles. – ela suspirou, ficando mais calma e pôs a mão no ombro dele.
    - Então o que é? – Frank rodou a cabeça, ficando a olhar Charlotte.
    - Charlotte, eu… err… - Para que é isto? Ela vai saber de qualquer maneira. – Eu… - sem mais palavras, Frank agarrou a cintura da rapariga, colou os seus lábios aos dela e sentiu as mãos dela pousarem na sua cara. A sua língua vasculhou a boca de Charlotte. Demorou alguns segundos até Frank se aperceber que a ansiedade começara, a sede voltara. Os seus olhos dilataram e ele afastou a rapariga com toda a força que tinha.
    - Frank? Estás bem?! – ele afastou-se para longe de costas voltadas para ela.
    - Eu estou bem, mas eu já venho. Só quero que saibas que… - disse estendendo-lhe uma mão aberta. Amo-te.
    O coração da rapariga acelerou quando ouviu aquela palavra, mas quando olhou para Frank, já só via um beco sem saída escuro e imundo. Por outro lado, ele começava a ver uma tremenda luz solar à qual teve de fugir. Com a sua máxima velocidade, foi para a floresta: devia haver mais animais de onde os outros vieram. Procurou, procurou e lá encontrou outro veado. Fez o que tinha a fazer e voltou, o mais rápido que podia, para o beco onde deixara a rapariga.
    - Desculpa! – gritou, sem olhar.
    Os seus olhos claros passaram pela parede onde devia estar Charlotte e apenas viram o muro de pedra quase a desabar, o caixote do lixo e umas caixas de cartão espalhadas pela calçada imunda. Olhou em redor com muita atenção e passou a mão pelo musgo que se formava entre as pedras.
    Inspirou o ar violentamente, fechando os olhos, e quando os abriu tinha um olhar fulminante, que o fez soltar um suspiro de raiva. A sua cólera era enorme agora, aquele cheiro não o enganava: o perfume que o irmão usava.
    - Gerard. – rosnou entre dentes, arrancando uma pasta de musgo da fenda do muro. – Eu vou estripar-te, irmão. – murmurou.
    Os seus olhos eram agora vermelhos e muito esbugalhados, a sua respiração ofegante com os suspiros bastante sonoros e quentes. Gritou, gritou com todas as forças que tinha, parecendo-se mais a um rugido de um leão do que a um grito de humano.
    Ele tentou comunicar com Charlotte pela fantástica telepatia que os unia, mas ela devia estar demasiado nervosa para ouvir, ou talvez já estava….
    - Não! Não pode ser! – berrou, olhando o nada.
    De repente, ele ouviu passos de alguém que corria, uma respiração ofegante, um gemido feminino e alguém estava agora estatelado no meu da estrada. Frank correu, agachou-se perante ela e levantou-lhe uma madeixa de cabelo que cobria a sua face. Ela era realmente bonita, a tonalidade do cabelo de um castanho avermelhado e os seus olhos estavam vermelhos e esbugalhados, tal como os de Frank há uns minutos atrás. Ele passou a mão pelos lábios bem definidos e grossos da rapariga e percebeu logo de quem se tratava.
    - Ca… Cassandra? – ela rodou a cabeça para ver o rosto de Frank, ainda com a respiração meio cortada. – Cassandra! – ele puxou-a para si e apertou-a contra o seu corpo. Uma pequena lágrima caiu dos seus bonitos olhos e murmurou: Cassy, que andas aqui a fazer?
    - Irmão… - a sua voz saiu rouca, num suspiro. – Tira-me daqui, por favor. Eles vêm atrás de mim. – tentou levantar-se, mas apenas conseguiu cair no colo de Frank.
    Ele agarrou-a e levou-a até uns arbustos de enorme casa azul-turquesa.
    - Cassy, quem anda atrás de ti? O que aconteceu? Julguei-te morta pelos pais ou pelo Christopher! – sussurrou.
    - Eles prenderam-me, Frank. Tal como a ti, mas a mim davam-me comida, apesar estar presa a uma cadeira por cordas, é indecente! Os pais são terríveis, Frank, terríveis! – os seus belos olhos brilhavam agora devido à Lua que iluminava as ruas e às lágrimas que brotavam agressivamente.
    O rapaz tirou-a daquele bairro, fechando-a no quarto que alugara para ele e Charlotte.
    - Cass, tem cuidado, por favor! Os donos disto são da família do Chris. – ela assentiu com a cabeça. – Já agora, sabes onde está a Charlotte? Uma rapariga alta, magra, cabelo castanho claro e olhos castanhos esverdeados?
    - Eles falavam nela e acho que ouvi uns gritos femininos quando fugi. Casa do rio dos pais. Desculpa, Frank, é tudo o que sei.
    Ele olhou a Lua e ao lado desta uma estrela brilhava compulsivamente. Frank sabia que só precisava de se concentrar e confiar em Charlotte para saber onde ela estava.
    Saiu pela janela, na noite estrelada, e Cassandra nunca mais o viu.

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publicado às 23:01

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


3 comentários

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De Mudei-me. Tchauzinho. a 20.09.2009 às 01:58

Penultimo capitulo :O? Já :'(?!
Está mesmo lindo o capitulo. Espero que ele a salve *o*
Beijinhs*
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De Eloise a 20.09.2009 às 11:57

Que é que aconteceu à Charlotte? quero saber :D
E coitadinha da Cassandra, que pais horríveis!
beijinhos.
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De aninha a 20.09.2009 às 14:41

que raio de pais --' va va agr toca a postar o proximo capitulo que eu quero saber se a charlotte inda ta viva :D

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