Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]


VWNHY - Cap. 13 II

por Dady, em 16.10.09

Boa noite!

God, como eu tenho andado atarefada e desligada u.u

Ora bem, tenho trabalhos de casa até encher a secretária, trabalhos de grupo [tipo o vídeo estúpido com a Taney], trabalhos individuais, explicações de inglês para dar, omg! Já para não falar de chegar a casa sem paciência para nada, por aturar as manias dos stores e a pitalhada que agora é a maioria daquela escola!

Well, eu conto tudo no personal depois de postar aqui.

Ah, já escrevi 2 parágrafos da Lótus Kiss. (:

 

Diogo Bernardo Pedro & Luisa Carina Saudade Valente «3

 

                                                                                  Peace and Kiss,
                                                                                                  Dady ;)

___________________________________________

 

 

    Charlotte debatia-se contra Gerard, enquanto este ria com a morte do irmão. Ela começou a chorar lágrimas grossas e sentidas. Não, não podia. Frank não podia morrer assim. Ele era o ser mais poderoso que ela conhecera; o ser mais protector e decente; o seu salvador, o seu herói!
    A ira da rapariga de olhos verdes rebentou termómetros e ela mordeu a mão de Gerard, que lhe tapava a boca. Ela caiu de joelhos e rastejou até ao corpo que jazia no chão. O seu rosto desabou no corpo do rapaz que amava. A sua mão sentiu os contornos dos seus músculos e a outra tacteou o belo cabelo dele. Aos soluços e com as lágrimas ainda a brotarem dos seus olhos, levantou-se. A sua expressão furiosa dirigiu-se ao velho homem que se atirara sobre Frank.
    Empunhando o punhal que tirara do bolso do rapaz, ela esboçou um sorriso cínico e curvou a cabeça para o lado, parecendo louca.
    - Não devia ter feito isso. – o seu sorriso cínico desapareceu e ela sentiu o punhal entrar no corpo do homem.
    O vampiro mais velho soltou uma gargalhada de pena.
    - És tão burrinha. – ele tirou o punhal enfiado no braço direito e empunhou-o com a esquerda. – Eu queria que fosse o Franky a morder-te, para ser mais emocionante, mas…
    - Porque seria mais emocionante? Porque ele protege os humanos dos da sua própria espécie? – ela dava pequenos passos para trás.
    - Não. Porque ele gosta de ti, sua estúpida. – ele seguia-a.
    Dos olhos da bela rapariga as lágrimas voltaram a sair e virou o seu rosto para Frank que deitado no chão, sem sentidos, não sabia o que acontecia. Oh, ela devia ter-lhe dito. Ela devia ter contado ao dono do seu coração que o amava igualmente. Agora, tudo estava perdido… ela devia morrer e ser feliz com Frank, o único seu verdadeiro amigo. Ele era a única coisa que tinha. Os seus pais… toda a sua família… e agora… agora Frank, o mais verdadeiro dos amores.
    - Força. Esfaqueie-me, morda-me, faça o que entender. Já nada faz sentido sem ele.
    Ele ficou surpreendido. Com toda a sua coragem, Charlotte enfrentava a morte como enfrentava uma volta na montanha russa.
    - Sua cabra! Tens uns dentes que parecem serrotes! – entrepôs Gerard, sem ter noção do que se passava ali.
    Nesse mesmo instante, alguém partira uma das portas de vidro da casa perto do rio.
    - Cassandra? Pensei que o Chris tivesse tratado de ti, querida. – murmurou docemente, escondendo o punhal atrás das costas. 
    - Franky! Não, Frank! – deslizou até ao corpo do irmão. Agora era a vez de Cassandra sentir a raiva de perder Frank. Rugindo com os dentes cerrados, os olhos vermelhos e os punhos trancados, os seus olhos fixavam-se no pai.
    - Oh filha, onde está o Christopher?
    Ela não ouviu e continuou a andar para o pai. Levantou a mão esquerda, apontando para trás, onde estava Gerard e Charlotte, agora presa, outra vez, nos braços dele. Mexeu a mão com um pequeno toque e Gerard largou Charlotte, indo contra a parede.
    - Mãe, - a sua voz rouca soou suavemente. – o Frank. – dirigiu o olhar para o corpo do irmão e voltou a olhar para o pai e parou à sua frente.
    - Samantha, quieta. – e rapidamente mrs. Iero paralisou, apenas conseguia mexer os olhos.
    Cassandra usou o seu poder e o punhal voava agora para si, encaixando perfeitamente na abertura da sua mão. Ela era mais rápida que o seu pai que carregava um ar cansado e velho. A lâmina metálica afiada perfurou a barriga do homem, que gemeu e o sangue começou a escorrer. Os seus olhos saíram de órbita e Cassandra fez escorregar a sua mão do punhal.
    Com lágrimas a escorrerem-lhe pela cara, sussurrou: - Desculpa, papá. 
    Os lábios do homem mexeram-se e ela conseguiu distinguir as palavras: “Desculpa-me. Adoro-te, bebé.” Ela caiu ao lado do irmão e encheu-se em lágrimas. Ela não odiava o pai. Ela era a menina do papá; o pai era o ser que mais amava, mas ele errara e precisava de uma lição. As mãos da mãe pousaram nos seus ombros e beijaram-lhe o rosto.
    - O Frank, mamã, o Frank. – implorou, limpando as lágrimas ao casaco.
    Ela sorriu ligeiramente, virou Frank de barriga para cima, rasgou a sua camisola e as suas mãos brancas pressionavam o peito do filho do meio. Uma lágrima caiu sobre a testa suada dele e este abriu os olhos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:08

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


2 comentários

Sem imagem de perfil

De Mudei-me. Tchauzinho. a 19.10.2009 às 16:52

Ópah lindo *OO* Valeu mesmo a pena passar o intervalo na biblioteca a ler isto. Li duas vezes e amei mesmo *.*
Oh pah escreves mesmo bem :O Bem feita para o pai deles *.*
Será que ela vai dizer ao frank o q sente >.
Sem imagem de perfil

De saragr a 21.10.2009 às 17:40

AMEI!!!! sei que ja nao comento ha bue, mas n ando propriamente bem... por isso sorry, mil vezes...

olha quero mais ;) tou amar a fic e nao queria que acabasse mas mesmo assim tou bueeeeeeeee curiosa!!

peace and love!!
kiss
adrt miuda...

Comentar post



sobre mim

foto do autor