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VWNHY - Cap. 13 III

por Dady, em 24.10.09

Boa noite, bebés.

Isto está complicado. Estou cheia de trabalhos! Trabalho de EF (puta da mulher, 15 páginas manuscritas ._.), o de inglês e o de ET, para não falar dos testes que tenho pelo meio --'

Eu estou a tentar seriamente ter inspiração para acabar a Na Guerra e No Amor, mas está... um bocadinho complicado ^^'

Agora os capítulos da Lótus Kiss vão ter só uma página de word para não ser muito aborrecido. Eu sei que ler os meus capítulos enormes cansa.

Despeçam-se, amores, porque é a última parte do último capítulo. (:

 

                                                                                     Peace and Kiss,

                                                                                                Dady <3

_____________________________________

 

    - Charlotte! – gritou preocupado, levantando-se bruscamente. Olhou em redor e viu a irmã a chorar e a olhar para ele; a mãe por cima de sim com um sorriso de felicidade e pequenas lágrimas a escorrer pela face; por fim, viu o irmão acordando também.

    Cassandra também reparou e levantou-se, mas Frank fê-lo primeiro.

    - Deixa estar isto comigo. - Ele olhou para o irmão, pegou num vidro do chão e prosseguiu. – Gerard, tu não podes continuar isto. A guerra acabara quando os que a criaram morrerem. O pai morreu, a guerra acabou. Estás disposto a parar com isto? Não te quero matar, irmão, acredita que não quero…

    Gerard correu para Frank e embateu com o ombro na sua barriga, o que o fez largar o pedaço de vidro. Embateram os dois contra a parede e o tecto estremeceu. Procurou o punhal no seu bolso, mas verificou que este continuava espetado na barriga do seu pai. Frank empurrou o irmão e depressa apanhou o seu punhal.

    - Vá lá, mano, não quero mesmo.

    - Mas eu quero que morras. Tu só dás desgostos a esta família, Frank. Tu não dás segurança à mãe e à Cassy. E eu… eu sempre tive inveja de ti. Eras o menino querido dos pais a seguir à Cassy. Eu.. eu era apenas um rapazinho ao qual eles davam comida e uma cama.

    - Isso não é verdade, Gerard, não é! Eles sempre te amaram como me amavam a mim; somos irmãos, Gee, irmãos de sangue. Por favor, Gee.

    O mais velho soltou um rugido e avançou contra o irmão. Gerard tirou-lhe o punhal e ameaçou-o.

    - Pára, Gee, tem calma. – Frank levantou as mãos em tom de rendimento. – Tem calma!

    Os irmãos olhavam-se intensamente e Gerard decidiu quebrar os olhares e tentar a sua sorte para esfaquear o irmão. A ponta afiada espetou num corpo e os dois abriram os olhos, como se ambos tivessem sentido a dor. Frank afastou-se, segurando o irmão: o punhal atravessava o corpo musculado de Gerard e este olhava nos olhos de Frank com a boca aberta.

    - Mãe, depressa! Mãe, venha cá! Mãããe! – gritou desesperado Frank. Ele deitou-o no seu colo. – Não morras, mano, não podes morrer.

    - Eu adoro-te, puto. Cuida bem da mãe e da Cassy, está bem? Eu confio em ti. – sorriu-lhe, pela primeira vez, um sorriso verdadeiro. Lágrimas de Frank caíam agora sobre o corpo do irmão. – Eu adoro-te, irmão. – sussurrou por fim e o seu pescoço descaiu, enquanto os seus olhos fechavam.

    - Geraaaaaaaaaaaaaaard! – gritou Frank.

    Não, aquilo não era verdade. Ele não matara o irmão, não. O irmão, não. O seu próprio irmão morrera nos seus braços… mas, como é que o punhal se espetara nele em vez de ter sido no seu corpo? Será que, ainda um pouco afastado dele, Gerard ganhara remorsos antecipados e virado o punhal contra si?

    O rosto carregado de lágrimas de Frank tombava sobre o corpo do irmão. Os seus soluços ecoavam pela sala e só depois percebeu que Charlotte não estava com eles.

    - A Charlotte? Onde é que vocês deixaram a Charlotte?! – levantou-se, deixando o irmão jazer sobre o chão de madeira. Ele saiu da casa, depois de a revistar, e encontrou a rapariga.

    Ela estava sentada, imóvel, à beira do rio azul. A brisa fazia voar os seus longos cabelos que brilhavam à luz do sol. Ele sentou-se a seu lado com imenso cuidado. Colocou a sua mão por cima da da rapariga e olhou as pequenas ondulações do rio, como ela fazia.

    - Estou aqui. – murmurou docemente.

    Ela olhou-o nos olhos com o olhar lacrimejante e envolveu os seus braços no pescoço de Frank. O seu rosto no peito bem constituído do rapaz sentia os seus batimentos acelerados e fortes. Ela soltou-se dele.

    - Eu sabia. Tu não podias morrer sem mais nem menos. – Frank afagou o cabelo de Charlotte.

    - Eu não te iria deixar sozinha. – beijou a sua testa. – Charlotte, o meu irmão morreu… acabou tudo… - o seu rosto ficou triste, muito triste.

    - A tua mãe não o consegue fazer voltar? – perguntou, levantando o queixo dele.

    - Não. Ela não consegue dar vida a quem já está mais que morto, a quem já perdeu todo o seu sangue. – uma lágrima camuflada passou pelo rosto do rapaz.

    - Lamento.

    Ela não pensou mais. Ele tinha de saber. Charlotte avançou em direcção aos seus lábios. Ela sentiu o contorno dos lábios do amado e estremeceu. Num segundo, as suas línguas olhavam-se, abraçavam-se e beijavam-se, tal como os seus donos o fizeram. O beijo quebrou-se e eles encostaram os narizes e as testas. O brilho dos seus olhares penetrava um no outro, enquanto os seus sorrisos davam um tom de amor à floresta.    

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publicado às 21:49

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...


4 comentários

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De мя a 25.10.2009 às 19:06

Heey

Tens uma nova leitora +.+

Tenho estado a acompanhar e deu-me para comentar :D

Escreves taaao bem *-*

Gostoo <3

Esta fic *o*
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De Mina *.* a 25.10.2009 às 21:29

Dady, ta lindooo *.*

quero mais pá ! ^^,

*choque*

a parte final, omg :D

Beijinhos >.
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De Mudei-me. Tchauzinho. a 28.10.2009 às 20:19

Finalmente tenho o meu pc *.*
Amei mesmo esta parte do capitulo *_*
E amei a fic todaaa até agora.
Quero mais coisas tuas oki ?^^ :D
Beijinhs*
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De saragr a 16.11.2009 às 15:02

AMEI!!!

nao posso dizer mais grande coisa
ta mt mt mt mt mt fixe, amei a serio...

quero mais...
kiss
sarah

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