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  As palavras que me saltam das mãos e fogem da minha alma borram o papel de uma tinta mística.
  Correm sem razão, temem sem horror, gemem sem dor e arfam sem cansaço.

  O papel branco é um turbilhão de cores, riscos, pontos, símbolos que não remetem para nada; autêntica arte abstrata sem sentido, paleta depois de mil pinceladas.
  Será um pedido de socorro vindo de um campo de concentração em ruínas? Um grito de ajuda sem pânico.

  No entanto, no final da sua fuga, encontram refúgio desnecessário... entre os teus braços sempre presentes.  

 

 

Obrigada a todas as novas leitoras (muito queridas, desde já). 
E um enorme agradecimento a ti, L. , és a melhor leitora que alguém podia ter :) 

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publicado às 21:06

Tudo aqui presente é da autoria de Dália Rodrigues. Plágio é crime. Just sayin'...



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